O grito preso na garganta finalmente virou festa. Diante de sua torcida, o Treze reencontrou o caminho das vitórias com autoridade
- papaigalonoticias
- 22 de abr.
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Atualizado: 22 de abr.
— É emoção. Em uma tarde inspirada no Amigão, o Galo não apenas venceu o Sergipe por 3 a 1, como mostrou que está pronto para voos mais altos na Série D.

Logo no primeiro tempo, o time impôs seu ritmo, sufocou o adversário e construiu o resultado com intensidade e confiança. Jean Carlo abriu o placar em uma cobrança de falta precisa, Marquinhos ampliou, e Buba fechou a conta ainda antes do intervalo. Aos 33 minutos, o placar já marcava 3 a 0 — um reflexo fiel de um time que jogava com fome de vitória.
A resposta veio após um tropeço doloroso na rodada anterior, quando a defesa exposta custou caro diante do Lagarto. Desta vez, o Treze mostrou maturidade: ajustou o sistema defensivo, controlou o jogo na etapa final e sofreu apenas um gol, já nos acréscimos — detalhe que não apagou a atuação dominante.
Por trás dessa transformação, está a mão firme de Adriano Souza. O treinador vem moldando um time ofensivo, corajoso e cada vez mais entrosado. Dentro de campo, os jogadores reconhecem o impacto do trabalho diário.
— A gente treina duro para impor nosso jogo. Hoje fomos muito felizes e fizemos um primeiro tempo de excelência — destacou Buba.
Marquinhos reforçou a evolução coletiva:— Estamos entendendo cada vez mais a ideia do professor. Nossos gols são construídos, trabalhados. Isso faz toda a diferença.
E os números confirmam a boa fase. Em apenas três jogos, o Treze já balançou as redes dez vezes, dividindo com o Porto Velho o posto de melhor ataque da competição. Um contraste marcante com o desempenho no Campeonato Paraibano, quando o time teve dificuldades para marcar.
Agora, no topo do Grupo A9, o Galo respira confiança. Com uma semana cheia para treinar, a equipe se prepara para mais um desafio diante de sua torcida. No próximo domingo, o Treze recebe o Serra Branca, novamente no Amigão, com a missão de defender a liderança — e manter acesa a chama de quem quer fazer história.





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